Mostrando postagens com marcador Castelos e Palácios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Castelos e Palácios. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de julho de 2009

Escócia - O País dos Highlanders

Por Ana Maria J. Manna Padua
.

A Escócia é uma das quatro partes que integram o Reino Unido. Uma região com história turbulenta, muitos castelos antigos, inverno rigoroso e berço do inigualável scotch whisky. Há indícios da presença humana na Escócia desde o Mesolítico (provavelmente 5000 a.C.). Os obanianos, que habitaram o local por volta de 3000 a.C., já possuíam embarcações e utilizavam arpões com pontas de osso. Os vestígios encontrados dos povos agricultores e criadores do Neolítico indicam que penetraram de Yorkshire para o estuário do Moray. As espadas e pontas de lanças que, com os machados de bronze, marcam o início da Idade do Bronze na Escócia (900 a.C.) indicam a ocorrência de guerras. A Idade do Ferro, que começou após 500 a.C., assinala o início do tribalismo céltico que foi encontrado pelos invasores romanos. (Texto extraído da Wikipédia)

"Saímos de carro com nossos amigos que moram em Middlesbrough, norte da Inglaterra, em junho de 2004. Era verão, mas pegamos muito frio ... Brrrrrrrrrrrr..."
.

Ana Maria J. Manna Padua e Luiz Carlos Padua Silva
Ao fundo, o Castelo de Edimburgo

Situado no alto de uma colina rochosa, o castelo guarda mais de 1.400 anos de história. Foi um dos castelos preferidos da realeza escocesa até a união com a coroa inglesa, em 1603. Atualmente, o castelo de Edimburgo é a sede do Regimento Real Escocês.

"Edimburgo é uma capital cercada por montanhas. Conhecemos e ouvimos um original escocês tocando a GAITA DE FOLE e usando a famosa SAIA(KILT). Fizemos um sightseeing (no tradicional ônibus vermelho de dois andares. Além de outros locais maravilhosos, passamos perto da casa da escritora do Harry Poter (J.K.Rowling) e também da que pertenceu ao inventor do telefone (Graham Bell)"

Luiz Carlos Padua Silva
.

Ana com os amigos Vera e Mark, na Royal Mile.
Ao fundo, o Prédio Gótico (Tolbooth Kirk),
também conhecido como Abadia de Holyrood

A Royal Mile (Milha Real) é o nome popular para a sucessão de ruas que formam a principal via do centro histórico de Edimburgo. Mais conhecida como cidade velha, foi tombada como patrimônio da humanidade pelas construções referentes à era medieval. Hoje é uma das mais famosas vias de Edimburgo, onde estão concentrados museus, bares, restaurantes e lojas.
.

Aninha e Luiz Carlos, com seus amigos,
e as delícias de Edimburgo, capital da Escócia

Aninha relembra sua estada em Edimburgo, seus amigos e, viaja novamente... no espaço e no tempo...

"Vera Hynes é minha grande amiga! Ela é brasileira, mas vive na Inglaterra há uns dez anos. Atualmente mora no Norte, em Middlesbrough. Vera é casada com o Inglês Mark Hynes. Ambos foram ótimos companheiros nesta nossa viagem!
Depois de passearmos durante todo um dia de intensas emoções, pegamos o Black Cab (taxi) e...
Que apetite!!! Hora do Jantar...
Estávamos hospedados no Best Western Bruntsfield. Caro... Mas valeu a pena!
O cardápio foi além de um delicioso cordeiro, massas... (abre o apetite novamente, só de lembrar...)
No almoço também havíamos nos deliciado, experimentando o Yorkshire pudding. Simplesmente fabuloso!"


Vera Hynes

A topografia da Escócia reflete os efeitos da glaciação, sobretudo na costa oeste, com numerosas saliências para o mar, conhecidas na região como lagos marinhos, e largos cursos d'água, denominados firths (estuários). O território pode ser dividido em três áreas diferentes de norte a sul: as Highlands (Terras Altas), as Central Lowlands (Terras Baixas Centrais) e os Southern Uplands (Planaltos do Sul). As Highlands são uma região muito acidentada que possui várias cadeias montanhosas paralelas na direção nordeste-sudeste interrompidas por profundos cânions e vales. A região é atravessada pelos montes Grampian, o principal sistema montanhoso. As Terras Baixas Centrais são uma faixa estreita que cobre um décimo da superfície da Escócia. As Southern Uplands estão constituídas por um planalto de páramos. Os rios e lagos são abundantes. Dentre esses destacam-se os lagos Ness, Oich e Lochy, unidos pelo canal da Caledônia, que liga o oceano Atlântico ao mar do Norte. O clima sofre influência das correntes marinhas. Na região da costa ocidental, que sofre os efeitos da corrente quente do Golfo, o clima é mais suave que na costa oriental.
Praia de Dumbar, no litoral da Escócia

"Foi uma das paisagens mais lindas que conhecemos. Pudemos apreciar um mar muito azul, gaivotas e lá no fundo, ainda havia focas e pinguins.... Imaginem!!!"

Viagem realizada pelos casais:
Ana Maria e Luiz Carlos Padua
Vera e Mark Hynes


Texto e Fotos: Ana Maria J. Manna Padua

Textos complementares: Wikipédia

Obrigado pela visita!
.
Para ver qualquer outra matéria,
clique em uma das opções no Índice.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Cheverny - Cidade e Castelo no Vale do Loire

Estivemos em Cheverny em setembro de 2008, quando esplorávamos o Vale do Loire. Estávamos hospedados em Amboise e, de lá, percorríamos outras cidades às margens do famoso rio. Nem é preciso dizer que o ponto alto da cidadezinha é o castelo que lhe dá o nome.
.
Mas é impossível deixar de comentar sobre cada uma dessas cidadezinhas. Cheverny, como as demais, é toda florida, com ruas limpíssimas! Passear por suas ruas já é uma enorme diversão, pois o que não flatam são belas paisagens para encher os olhos. Estacionamos nosso carro por aqui e fomos caminhando...
.
Até o castelo, a todo momento ficávamos encantados com as enormes jardineiras que adornam a cidade!
.
Não demorou muito para que chegássemos ao Castelo de Cheverny, pertencente aos descendentes da família Hurault, muito conhecida em Blois desde o Século XIII. Esta família serviu a cinco reis de França. O Conde Henri de Cheverny e a Condessa Marguerite mandaram construir esse castelo vanguardista, à época.
.
Como esse castelo foi habitado há bem pouco tempo atrás, sofreu algumas mudanças através dessas várias gerações de moradores, contudo, manteve a classe, beleza e principais características originais.
.
Várias de suas salas permaneceram conservadas por essas várias gerações. Uma delas é a Sala das Armas.
.
Outro ambiente que sofreu pouquíssimas alterações foi a Sala de Jantar. Todo o mobiliário e tapeçaria que reveste as paredes permaneceram conservados. Apenas alguns adornos são acrescentados para embelezar a sala, como o arranjo de flores, no centro da mesa.
.
Ainda podemos apreciar, também na sala de jantar, a lindíssima e prestigiada louça francesa, disposta elegantemente em enormes cristaleiras de época.
.
Acima, o magnífico quarto do rei. Os aposentos reais sempre eram os mais suntuosos, em todos os castelos, ainda que jamais fossem ser utilizados, o que ocorreu com vários aposentos reais em diversos castelos da nobreza.
.
A suntuosidade nesse quarto, especificamente, no nosso entendimento, chega a ser um tanto lúgubre. Nem eu nem Paulinho gostaríamos de dormir ali...
.
Este é o Grande Salão do Castelo. Sofreu algumas alterações ao longo dos últimos 150 anos. Foi parcialmente restaurado e só mantém suas características originais nessa parte cercada por cordas.
.
Terminada a visita ao interior, chegamos aos jardins. Logo estaríamos no pavilhão de caça, uma prática muito popular naquele castelo.
.
Não podemos deixar de comentar que o Castelo de Cheverny inspirou o desenho do Tintin, aqui retratado, próximo ao pavilhão de caça.
.
Na Sala dos Troféus há um vitral maravilhoso que representa a partida de uma montaria.
.
Sala dos Troféus
.
O Canil - O castelo ainda o mantém , com seus lindos cães de caça
.
Voltamos para Amboise super bem impressionados.
A cidadezinha de Cheverny é uma graça!
E seu castelo é incrivelmente bem conservado!
.


Se quiser seguir essa nossa viagem no Vale do Loire, clique:
http://compassaportenamao.blogspot.com/2008/09/blois-o-grandioso-centro-histrico-do.html

Obrigado pela visita!

Para ver qualquer outra matéria, clique em uma das opções no menu
que se encontra quase no topo do blog, na coluna do lado direito.

domingo, 15 de março de 2009

Füssen e Neuschwanstein - Como num Conto de Fadas

Folclore, magia e pitacos de audácia fazem de Füssen mais que uma cidade da Baviera alemã. Tornou-se mundialmente conhecida por abrigar o Castelo de Neuschwanstein, do Rei Ludwig II, uma das 20 Maravilhas do Mundo Moderno.
.
A pequena cidade montanhosa - a leste dos montes Allgäu e que beira o rio Lech - tem pouco mais de 426 mil habitantes. Vivem como uma mini-metrópole e com forte poder econômico vindo do turismo da localidade. Com típicas casinhas campestres, a cidade ganha um toque extra de beleza também pela presença do lago Schwangau, azul turquesa como poucos no mundo.

Nós não ficamos hospedados em Füssen, apenas paramos na linda cidadezinha para conhecê-la, o que não leva muito tempo. Logo nos chamou a atenção as pinturas nas casas, mas sabíamos que essa característica continuaria nos encantando nas cidades vizinhas da Bavária, como Oberamergau e Garmisch-Partenkirchen.

Ficamos pouco tempo na cidade de Füssen, apenas o necessário para conhecê-la. Logo estaríamos com o pé na estrada para conhecer o famoso castelo do rei louco. Pois é, parece mesmo um conto de fadas, pois num país repleto de florestas como a Floresta Negra fica também, bem pertinho de Füssen, o castelo de Neuschwanstein, que foi construído na segunda metade do século XIX pelo rei Ludwig II, o qual se inspirou numa ópera de Wagner, seu compositor predileto, para batizar o seu castelo com o nome Neuschwanstein que significa: “Cisne de pedra”.
.
Segundo Gabriela Belém, em colaboração para o UOL, se existe um cenário de conto de fadas no mundo real, este lugar é o castelo de Neuschwanstein, na baviera alemã. Localizada numa magnífica paisagem montanhosa, a construção do século dezenove desperta aquela sensação de catarse quando se vê uma obra de arte: imponente e encravada em altas rochas, além de revestida de calcário cinza e imersa entre pinheiros, tem ao seu redor um lago azul turquesa (Schwangau) e a vila de Hohenschwangau, com suas típicas casinhas campestres.
.
"Erguida precisamente entre 1869 e 1886 para o excêntrico rei Ludovico Segundo, a residência inspirou Walt Disney a criar o castelo da Cinderela. A sensação de sentir-se no limite da realidade e da fantasia permeia toda a visita - há um certo surrealismo nos diversos ambientes do castelo. No exterior, percebe-se a forte influência românica e medieval na arquitetura. Mas fica no interior do castelo, o mix de estilos capazes de deixar qualquer turista atordoado. São coloridas pinturas bizantinas; lustres de ouro em forma de coroa real; painéis entalhados góticos; mobília ricamente decorada; mosaicos de bichos silvestres - um tanto modernos para a época - e muita arte renascentista. Sem mencionar a existência de uma gruta azul no meio do castelo, próximo ao jardim de inverno. O panorama da paisagem natural, de dentro das janelas, também esbanja vistas de tirar o fôlego dos visitantes mais desavisados."


Neuschwanstein é considerado o mais belo Castelo de todos os tempos. Atualmente, está sendo classificado como a oitava maravilha do mundo. Sua imponente arquitetura emoldurada por uma paisagem belíssima, torna-o um dos monumentos mais fotografados do mundo. Mas não podemos deixar de comentar que beira à cafonice. Aliás, é a própria! Uma miscelânia de estilos e um exagero de informações que demonstram o quanto excêntrico era seu mentor. Mesmo assim, belíssimo!!!!

O rei fez uma exigência: queria que o castelo ficasse no alto de uma montanha, ao lado da cachoeira de Pöllat, de onde dá para ver os Alpes e o Lago Starnberg.

Enquanto eu fotografo, Paulinho sai do estacionamento com o nosso carro europeu!!
Castelo visto, pé na estrada!

E que estrada! As paisagens da Bavária são belíssimas!

Locais visitados em 7 de outubro de 2008.
.


Se quiser seguir a nossa viagem, clique aqui.
.Obrigado pela visita!.Para ver qualquer outra matéria, clique em uma das opções no menu
que se encontra quase no topo do blog, na coluna do lado direito.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Encontro em Karlsruhe para maravilhar-se com Heidelberg

Romantismo, teu nome é Heidelberg!

Heidelberg está situada no vale do rio Neckar, no noroeste do Estado de Baden-Württemberg. É a quinta maior cidade deste Estado, contando com 143.000 habitantes segundo dados de 2005. A cidade é a antiga residência do conde do Palatinado (alemão: Pfalz), que era um dos sete príncipes eleitores do Sacro Império Romano-Germânico. Desde 1300 esta cidade é considerada a origem da ciência e da cultura germânicas, além de ser considerada também como a cidade mais romântica do país.
.
Melhor ainda é ter amigos que pegam um vôo em Hamburg, onde moram, para irem nos encontrar no aeroporto de Karlsruhe, para que juntos pudéssemos conhecer essa maravilhosa cidade, uma das mais visitadas da Europa.
.
Nós, que estávamos hospedados em um vinhedo mais ao sul, na França, acordamos bem cedo, ainda com o orvalho denso da noite fria, para atravessarmos a fronteira para a Alemanha e irmos ao Aeroporto de Karlsruhe, para esse fabuloso reencontro.
.
O Encontro com Nossos Amigos, Eunice e Burkhard
.
.
Nosso Hotel em Heidelberg
.
Burkhard reservou um hotel excepcional para que pudéssemos curtir a cidade. Aliás, fica aí a dica, pois não é super barato, mas isto não existe nesta cidade, pelo menos para quem quer um mínimo de conforto. Assim, pagamos o mesmo que qualquer um paga por esse mínimo de conforto em um hotel no centro velho, só que tivemos conforto máximo! Qual o truque? A distância! Nosso hotel está situado no topo da montanha, acima do castelo. Pode-se ir até lá caminhando, mas seria um sacrifício. Mas há um teleférico que sai do hotel e faz duas paradas: A primeira, no Castelo, e a segunda, no centro histórico. Não é o máximo!!!!
.
Nosso quarto no Hotel Molkenkur

Descida do Nosso Hotel ao Castelo

Entrada no Castelo de Heidelberg

Na frente de uma das alas do Castelo


Burkhard, Bendito Fruto entre as Mulheres,
com a Bela Cidade ao fundo


Eunice e a vista que se tem de Heidelberg, a partir do Castelo

Eu, do mesmo ponto, com a vista para o outro lado da cidade

Eunice em um dos nichos de observação do Castelo

Eu e Paulinho confirmando o sub-título:
Romantismo, teu nome é Heidelberg
.
Acima, uma vista da parte mais nova da Cidade
.

Um ponto do castelo que todo mundo quer visitar
é onde está o maior barril de vinho do mundo,
com capacidade para 221 mil litros.
Ele foi construído por Karl Theodor em 1751.

.
Tem 8,5 m de comprimento, diâmetro de 7 m e para sua construção
foram utilizados 130 troncos de carvalho.
Existe uma escada para subir no barril, e uma plataforma
na parte de cima, com cerca de 20 metros quadrados.
Esta sempre foi uma cidade atingida por conflitos,
disputas políticas e religiosas. França e Alemanha,
quase sempre em guerra, estavam freqüentemente disputando
território, e Heidelberg, como estava no caminho das tropas,
acabava sempre levando a pior.
Com seus monumentos culturais das épocas romana,
barroca e renascentista, foi indicada para ser
tombada como patrimônio histórico da humanidade pela UNESCO.

Os jardins atuais são bonitos, mas não correspondem
aos inicialmente existentes no castelo.
Mesmo assim, vale a pena passear pelos atuais jardins do Castelo.

Fontes são sempre agradáveis, mesmo quando as esculturas
não correspondem aos deuses representados.
Aliás, esse Netuno ficou raquítico demais, coitado!

.
Nicinha em frente à gravura com o desenho original do castelo.
Isto significa que, se quiserem, podem reconstituí-lo,
mas talvez queiram preservar exatamente as marcas das destruições,
deixando claro, que estas, ocorreram ainda no período medieval,
pois nas guerras posteriores, Heidelberg foi preservada.
.
Após a visita ao Castelo, mais uma descida no teleférico até o Centro Histórico,
direto para um restaurante bem simpático e que produz sua própria cerveja.
.
Até quem não bebe, como eu, não resiste a um brinde alemão!
.
Paulinho e os nossos amigos saboreando os pratos típicos da região.
.
Seu centro histórico, bem conservado por ter sido poupado dos
bombardeios da Segunda Guerra Mundial, tem uma localização
pitoresca, num vale no sopé da cadeia montanhosa Odenwald.

.
A mais famosa ponte medieval de Heidelberg
.
Eu e Nicinha, em frente a uma das várias pontes da bela cidade.
.
Paulinho em frente ao Rio Neckar, de onde saem passeios de barco
para quem prefere visitar a cidade sem caminhar por suas ruelas.
.
Paulo Roberto e Burkhard são muito machões!!!
Dizem que eu e Nicinha nos agasalhamos demais.
Eles não sentem tanto frio...
Pode-se notar isso nitidamente!!!
.
Mais uma comprovação do Sub-Título:
Romantismo, teu nome é Heidelberg!
.
O único prédio que sobreviveu à destruição havida em
um dos ataques à cidade foi o prédio do hotel Ritter.
Hoje ele é um ponto de referência na cidade,
e um de seus prédios mais bonitos.
Quem não se importar de pagar um pouco mais...
Prepare os Euros. Serão muitos!
A Universidade de Heidelberg, oficialmente denominada
Universidade de Heidelberg Ruprecht Karl
(Ruprecht-Karls-Universität Heidelberg)
é uma das mais prestigiadas universidades da Alemanha
e foi fundada em 1386. No prédio principal da universidade,
em cima da porta, vê-se o busto de Atenas (deusa da sabedoria).
.
Universitária por excelência – um de cada cinco habitantes
estuda na universidade. Heidelberg tem muitos cafés, chocolaterias,
restaurantes e locais para se passar bons momentos de lazer.
.
Heidelberg é um ponto tradicional de estudantes.
Aqui estão muitas faculdades, como Filosofia,
Medicina e Matemática. Sempre há gente jovem pela cidade.
É um lugar muito associado à lembrança de Goethe,
o grande poeta e escritor alemão.
Ele adorava Heidelberg e passou grande parte de sua vida aqui.
.
O ambiente jovem se faz presente em todos os lugares com bares,
bistrôs e pontos de encontro de estudantes.
Teatros, palcos de artistas populares, clubes musicais e
centros culturais oferecem programações para todas as gerações.
.
Vista de Heidelberg, mas agora, de mais alto, do nosso hotel.
.
Deve ser muito bom ficar no terraço de nosso hotel admirando a paisagem.
Mas no verão, é claro, porque no outono... impossível!
.
Aqui tomávamos o café da manhã.
.
No restaurante, muitas vezes são realizadas festas.
presenciamos uma, muito engraçada!
.
Na realidade, a festa mesmo era super interessante.
Uma noite dançante, de tango.
O engraçado mesmo é uma feirinha de sapatos apropriados para bailar.
E o pessoal compra mesmo, tanto mulheres como os homens.
.
.
Se quiser seguir nossa viagem, clique no link abaixo
para ver a matéria sobre nosso destino seguinte
.
Obrigado pela visita!

.
Para ver outra matéria, clique em uma das opções no menu
que se encontra quase no topo do blog, na coluna do lado direito.