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sábado, 15 de agosto de 2009

Annecy - Descrita em Fotos















Annecy está localizada entre Genebra e Chambéry. Por isso, sua história foi fortemente influenciada por essas duas cidades entre os séculos X e XIX.

Começando como a capital da região de Genebra, depois do fim das regiões de Genebra integrou-se à Casa de Sabóia, em 1401.

Em 1444, os Príncipes da Sabóia a nomearam capital da região, cobrindo o controle de Genevois, Faucigny e Beaufortain.

Com o avanço do Calvinismo em 1535, tornou-se um centro para a Reforma-Católica e a sede episcopal de Genebra foi transferida para lá. (Ela foi contida em 1801, mas restaurada em 1822.)

Durante a Revolução Francesa, a região da Sabóia foi conquistada pela França e Annecy foi anexada ao Departamento de Mont Blanc, cuja capital era Chambéry.

Depois do Retorno de Bourbon em 1815, a cidade retornou à Casa da Sabóia. Ao ser anexada pela França em 1860, tornou-se a capital do novo Departamento da Alta Sabóia. (Texto extraído da Wikipédia)








O lago de Annecy (em francês: Lac d'Annecy) é um lago da Alta Sabóia, no leste de França. É famoso por ser um dos lagos mais limpos do mundo. É o segundo maior lago de França, depois do Lago de Bourget.

Formou-se há cerca de 18.000 anos, durante o degelo dos grandes glaciares alpinos.






Annecy é também considerada a Veneza dos Alpes, pois é uma das mais belas cidades da região e é toda cortada por canais límpidos, lindos e graciosamente sinuosos.
A paisagem que se deslumbra ao longo desses canais é encantadora, com muitos bares, cafés e restaurantes. Gente passando por toda a parte, fotografando freneticamente. Pudera! Nessa cidade, a cada passo temos um lindo cartão postal!
Annecy é cidade para voltar!
Sempre que for a Paris, se possível, dê uma passada nessa cidade e recarregue suas energias. Quem sabe não nos encontramos por lá?

terça-feira, 7 de abril de 2009

Cheverny - Cidade e Castelo no Vale do Loire

Estivemos em Cheverny em setembro de 2008, quando esplorávamos o Vale do Loire. Estávamos hospedados em Amboise e, de lá, percorríamos outras cidades às margens do famoso rio. Nem é preciso dizer que o ponto alto da cidadezinha é o castelo que lhe dá o nome.
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Mas é impossível deixar de comentar sobre cada uma dessas cidadezinhas. Cheverny, como as demais, é toda florida, com ruas limpíssimas! Passear por suas ruas já é uma enorme diversão, pois o que não flatam são belas paisagens para encher os olhos. Estacionamos nosso carro por aqui e fomos caminhando...
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Até o castelo, a todo momento ficávamos encantados com as enormes jardineiras que adornam a cidade!
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Não demorou muito para que chegássemos ao Castelo de Cheverny, pertencente aos descendentes da família Hurault, muito conhecida em Blois desde o Século XIII. Esta família serviu a cinco reis de França. O Conde Henri de Cheverny e a Condessa Marguerite mandaram construir esse castelo vanguardista, à época.
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Como esse castelo foi habitado há bem pouco tempo atrás, sofreu algumas mudanças através dessas várias gerações de moradores, contudo, manteve a classe, beleza e principais características originais.
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Várias de suas salas permaneceram conservadas por essas várias gerações. Uma delas é a Sala das Armas.
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Outro ambiente que sofreu pouquíssimas alterações foi a Sala de Jantar. Todo o mobiliário e tapeçaria que reveste as paredes permaneceram conservados. Apenas alguns adornos são acrescentados para embelezar a sala, como o arranjo de flores, no centro da mesa.
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Ainda podemos apreciar, também na sala de jantar, a lindíssima e prestigiada louça francesa, disposta elegantemente em enormes cristaleiras de época.
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Acima, o magnífico quarto do rei. Os aposentos reais sempre eram os mais suntuosos, em todos os castelos, ainda que jamais fossem ser utilizados, o que ocorreu com vários aposentos reais em diversos castelos da nobreza.
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A suntuosidade nesse quarto, especificamente, no nosso entendimento, chega a ser um tanto lúgubre. Nem eu nem Paulinho gostaríamos de dormir ali...
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Este é o Grande Salão do Castelo. Sofreu algumas alterações ao longo dos últimos 150 anos. Foi parcialmente restaurado e só mantém suas características originais nessa parte cercada por cordas.
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Terminada a visita ao interior, chegamos aos jardins. Logo estaríamos no pavilhão de caça, uma prática muito popular naquele castelo.
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Não podemos deixar de comentar que o Castelo de Cheverny inspirou o desenho do Tintin, aqui retratado, próximo ao pavilhão de caça.
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Na Sala dos Troféus há um vitral maravilhoso que representa a partida de uma montaria.
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Sala dos Troféus
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O Canil - O castelo ainda o mantém , com seus lindos cães de caça
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Voltamos para Amboise super bem impressionados.
A cidadezinha de Cheverny é uma graça!
E seu castelo é incrivelmente bem conservado!
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Se quiser seguir essa nossa viagem no Vale do Loire, clique:
http://compassaportenamao.blogspot.com/2008/09/blois-o-grandioso-centro-histrico-do.html

Obrigado pela visita!

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que se encontra quase no topo do blog, na coluna do lado direito.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Alsácia e a Rota dos Vinhedos

A Alsácia é a mais setentrional das províncias francesas. Foi, neste último século e meio, ocupada e anexada ao território germânico por várias vezes. Hoje, as duas culturas convivem em harmonia. Strasbourg, a capital regional, de onde viemos, abriga duas referências da integração européia: o Parlamento Europeu e o Fórum da Cidadania. De lá, alugamos novamente um carro para conhecer a rota dos vinhos!

O vinho é uma das forças da economia. No ano passado, os 160 milhões de garrafas produzidas geraram negócios no valor de 480 milhões de euros. Das variedades de uvas apenas uma, a Pinot Noir, é tinta; as demais, todas brancas: Riesling, Pinot Gris, Gewürztraminer, Muscat, Pinot Blanc e Sylvaner. Os Vosges são um elemento-chave, pois barram as nuvens oriundas do Atlântico, a oeste. Enquanto de um lado da cadeia montanhosa a média anual de chuvas chega a 1.800 milímetros, do outro, onde estão as vinhas, não excede a 500 milímetros. O clima seco, ensolarado, com baixas temperaturas, alonga o período de maturação das frutas, permitindo-lhes um amadurecimento sem perda da acidez e do potencial aromático. E os solos também contribuem. A geologia regional se apresenta como um mosaico, passando, em curtos espaços, do granito ao calcário, da argila ao xisto e ao saibro. Diz-se que nos poucos quilômetros que separam duas comunas alsacianas há mais diversidade que entre a Champagne e o Beaujolais. A Alsácia tem 51 vinhedos classificados como grand crus, em geral parcelas pequenas, e, mesmo assim, pertencentes a vários proprietários. Na rota dos vinhos, os 15.000 hectares de plantações ocupam altitudes entre 200 e 400 metros.
Texto extraído do site: http://www.gula.com.br/

Paisagem Típica da Rota dos Vinhedos da Alsácia
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A Rota dos Vinhos é uma das atrações que mais polariza a atenção dos visitantes da Alsácia, embora a sua extensão - cerca de uma centena de quilômetros - a torne impraticável no espaço de tempo de umas breves férias e desaconselhe, aliás, o seu percurso de uma só vez. Por isso, o recomendável é escolher um trecho e visitar algumas aldeias ou optar por algumas das cidades principais.
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Como estávamos em Strasbourg e depois iríamos encontrar nossos amigos Burkhard e Eunice no aeroporto próximo a Baden-Baden, havíamos optado por conhecer Colmar, para depois explorar alguns vinhedos próximos a pequena aldeia de Blienschwiller, onde escolhemos um hotel muito bonitinho para nos hospedarmos, em meio aos vinhedos. Achamos a idéia interessante, até porque, essa aldeia conta apenas com 30 famílias, todas produtoras de vinhos, estando por isso rodeada de vinhedos.


Custamos um pouquinho, por ser uma aldeia muito pequena, mas acabamos encontrando a plaquinha para nosso vilarejo, pois queríamos deixar ali a bagagem antes de descer para Colmar.

Mas a paisagem de vinhedos foi encantando, e parávamos a todo momento para apreciar aquela natureza tão distinta da nossa.

Para nossa surpresa, o vilarejo não é espalhado entre os vinhedos, ao contrário, ele se constitui em um centrinho onde moram as 30 famílias produtoras de vinho que mantêm suas caves de degustação, ficando toda a pequenina vila rodeada por esses vinhedos. A entrada é uma graça! Veja na foto acima.

Uma coisa nos impressionou muito! A quantidade de crucifixos, como o da foto acima, nos caminhos dos vinhedos. A princípio, pensamos no que nos pareceu mais natural, ou seja, cada produtor tinha um crucifixo para proteger seu vinhedo, trazer fertilidade à terra e proteger a plantação contra possíveis pragas.
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Só que, infelizmente, esquecemos de perguntar aos moradores locais o verdadeiro significado de tantas esculturas como aquelas, porque são inúmeras! Todas de crucifixos e muito bem feitas, de um tamanho respeitável, a frente das plantações e até em outros caminhos da região.
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Mas agora, na hora de publicar em nosso blog, entendemos que tínhamos de colocar o verdadeiro significado da existência desses crucifixos e aos montes. Então fomos pesquisar na Internet e ficamos pasmos... Existem mil explicações, e tivemos até uma certa sensação de que algumas estão em código. Sinceramente não entendemos muito bem e não quisemos nos deter nessa questão por enquanto.

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Os artigos que encontramos na Internet explicam o fato de formas diversas: Desde uma manifestação de liberdade, devido ao fato das constantes brigas entre França e Alemanha, e assim, era uma forma dos franceses manifestarem sua independência contra Lutero...

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Outros artigos falam em uma época em que a Igreja Católica considerava os não cristãos uns hereges e todos necessitavam se proteger de um possível julgamento...
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Outros já falam em uma simbologia do vinho como o sangue de Cristo, daí o desejo dos produtores manterem os crucifixos nos vinhedos por vontade própria, para trazer sorte e uma boa safra...

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Outros falam até em anti-semitismo...
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Bem, como não temos certeza do verdadeiro significado, esperamos que alguém que acesse ao nosso blog tenha mais conhecimento sobre o tema e possa deixar o seu comentário. Desde já, agradecemos!
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Mas quanto à estética, devemos comentar que ficam muito interessantes essas belas imagens, e quanto à simbologia, prefirimos acreditar que sejam uma manifestação para que as plantações fiquem protegidas de pragas e produzam boas safras de vinho. Seja essa manifestação por questão de verdadeira fé cristã ou seja por crença ou supertição, achamos muito interessante!!!
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Como dissemos antes, decidimos que iríamos deixar nossas malas em Blienschwiller, iríamos à Colmar, que é considerada a mais bela cidade da rota dos vinhos da Alsácia, para conhecer o local denominado de Pequena Veneza, pelo belo canal existente e que, depois, voltaríamos para o nosso vilarejo, para degustar os vinhos, ir dormir mais cedo para acordar bem cedinho e buscar nossos amigos Burchurd e Eunice no aeroporto, no dia seguinte.
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Mas logo na chegada ficamos sabendo em nossa hospedagem que, em função do clima, a colheita teve que ser antecipada, portanto, naquela vila as caves não tinham estrutura para abrir, pois todos estavam às voltas com a colheita. Mas que na região, outras vilas bem próximas, mas de maior porte, teriam estrutura para a colheita e para manter as caves abertas para degustação.
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Devido a essa informação, aliado ao interesse que aquela natureza bela e diferente nos despertou, mudamos os planos e resolvemos deixar para conhecer Colmar em outra ocasião e nos determos em explorar as vilas próximas.
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Nosso hotel era bem bonitinho, exatamente como havíamos visto na internet, mas acabamos não tirando fotos, pois quando voltamos dos passeios estava chovendo, e quando saimos, no dia seguinte, estava ainda muito escuro. Assim, ficamos apenas com a foto do quarto, que poderão ver no final da matéria. Também não pudemos extrair as fotos do seu website, porque lá estão em flash. Mas se quiserem a dica, segue o endereço do hotel, pois mesmo sendo uma graça, a diária do casal, que é de apenas 45 euros, vale a pena! Veja as fotos do hotel no site: http://www.winzenberg.fr/
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Quanto à cidadezinha, na foto abaixo, é bonitinha, estilo medieval, mas Dambach La Ville é muito mais interessante. Quanto às caves, não sabemos, pois no nosso vilarejo, como dissemos, estavam fechados.
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Uma das poucas ruas de Blienschwiller
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No meio de um vinhedo em Blienschwiller
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Resolvemos então voltar à rota dos vinhedos a procura de outros vilarejos, primeiro pra almoçar, e também, para além de conhecer, passar em caves para degustar os vinhos da região.
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De volta à rota dos vinhedos, bem no no meio de um deles.
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É emocionante ver as uvas no seu habitat. É uma paisagem linda!
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Ao longe, o maior vilarejo das redondezas, Dambach La Ville
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Nas vilas, o resultado da colheita.
Eram pilhas dessas em todas as vilas por onde passávamos.

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Por onde íamos passando, presenciávamos o trabalho da colheita.
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É muito interessante ver como a rotina fica diferente na época da colheita.
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Mas como paisagem não enche barriga, e Paulo Roberto já estava ansioso para começar os trabalhos de degustação durante o almoço, escolhemos Epfig para a parada para o almoço.
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Escolhemos Epfig para almoçar por causa de um restaurante super bonito que nos chamou a atenção.
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O Restaurante era também uma cave, mas daquelas muito grandes. A decoração interna era bem bacaninha e o atendimento era ótimo.
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Logo na entrada do restaurante já se percebe que tudo gira em torno dos vinhos da região. Mas a comida também foi excepcional. Recomendamos.
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Nem precisamos dizer o nome d0 restaurante. É só ver na foto acima. Fica bem na entrada da Vila de Epfig.
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Uma visão mais abrangente do restaurante.
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Saindo de Epfig, continuamos na Rota dos Vinhos a caminho de Dambach La Ville. Por ser a vila com maior estrutura nas redondezas, haveriam mais pequeninas caves abertas para que pudéssemos conhecer melhor e de forma mais autêntica.
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O Portal da Vila
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Ao entrarmos na vila, já percebíamos que ela é uma graça!
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Este prédio florido da foto acima é uma residência, onde no porão funciona a cave de um dos mais famosos produtores da região.
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Restaurantes, Caves e Boulangeries da vila, todos em prédios floridos, com a forma típica de construção da alsaciana, que é uma mistura de estilos francês e alemão, mas que tornam o conjunto muito harmonioso.
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A cidade é toda aconchegante...
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...e muito florida!
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Na Vila tem uma Catedral com um monumento
em homenagem às vítimas das guerras.

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Mas para nossa surpresa, mais importante que a catedral, era a Capela que existe para São Sebastião. É óbvio que ao verificarmos a existência da capela ao Santo de minha devoção, não exitamos em seguir a seta que indicava sua localização, em um local mais alto da vila.

Caminho para a Capela de São Sebastião, em meio aos vinhedos.
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Imagem de São Sebastião, que nos acompanhou em nossa viagem.
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Capela de São Sebastião de Dambach La Ville,
na Rota dos Vinhos da Alsácia

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Mais algumas Imagens de Outros Ângulos da Vila
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Paulo Roberto e a Cave escolhida para a Degustação
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Os Tonéis no Interior da Cave
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Na parede do Local da Degustação, a exibição dos Prêmios recebidos
pelos Vinhos Produzidos por aquela Família

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Após a degustação, compramos os vinhos daquela cave, e na vila, fomos comprar alguns pães deliciosos, queijos e frios para levar para nossa pequena vila e terminar a noite no quarto de nosso hotel.
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Nosso Quarto do Hotel Winzenberg, no vilarejo de Blienschwiller
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No dia seguinte, ainda na madrugada, fomos bem felizes para o norte, atravessamsos a fronteira para a Alemanha, devidamente aberta e com a bandeira da União Européia, rumo à cidadezinha de Karlsruhe, bem próxima a Baden-Baden, onde fica o aeroporto. Era escuro ainda, mas estávamos felizes porque iríamos reencontrar nossos amigos Eunice e Burkhard, que vinham de Hamburg para passarmos alguns dias juntos na Floresta Negra.
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Se quiser seguir a nossa viagem, é só clicar em:
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Obrigado pela visita!

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